Para manter o costume de postar inutilidades ao invés de ficar sem postar, resolvi começar uma sessão que visa a minha alegria pessoal. Se vocês gostarem, para mim é lucro - se não, é bem provável que eu continue postando mesmo assim. Ou não, né, vai que eu mudo de idéia...

Com vocês, o precioso da semana:


Lindo, né? Morto de tchotcho-cho. Tudo bem que o Natal já passou, mas eu nunca fui muito ligada com datas mesmo. Sábado que vem... Aguardem, outra preciosidade!

Britney

Se Britney Spears está vendo lagartas fumando narguilé, é bem provável que ela tenha se acometido da idéia de fumar lagartas, na única interpretação que seu cérebro (que acho que nunca foi como deveria) conseguiu arranjar. Sem filhos, sem cabelo, sem marido, sem juízo, acho que a ex princesa do pop deveria se consultar com o Doctor House, pra ver se, pelo menos, além de ganhar um diagnóstico pra esses constante surtos, ainda arrumava um pouco mais de fama, já que pelo visto, ela acha que não tem o bastante.

Mas bom, se eu tivesse sido dispensada pelo Justin Timberlake e visse como minha vida está agora... Fumar lagartas pareceria uma boa saída, eu diria.

Alguns livros

É tão engraçado voltar a postar, mesmo sem ter assunto, e sem ter idéia do que dizer. Acho que nunca tive, mas mesmo assim teve uma longínqua época em que eu postava todo dia... Longínqua. Mesmo. Claro que agora estando ocupada como eu estou (e tenho ocupações importantíssimas, como dormir, jogar the sims e assistir programas de culinária), tempo para atividades mundanas é escasso, claro. E claro que o blog não é uma delas! :D

Vamos então falar sobre uma paixão: livros.
Como eu disse, estando muito ocupada, parte do meu tempo é consumido deitada numa rede lendo. Estou (re)lendo Harry Potter e as Relíquias da Morte, agora em português, e, ah, meu Deus, como esse livro é bom. Se você não gosta de Harry Potter... Você é humano?
Enfim. Mulher genial, essa JK. O que me lembra que eu deveria ter mandado o pacote para registrar o meu livro, que por sinal, se chama O Livro Secreto dos Descendentes - vol I, O Farol da Terra. E é, nomes curtos ajudam na memorização :B

Mas enfim, estava eu na livraria hoje, procurando livros sobre Tatuagens ou sobre o Saci Pererê (é sempre bom ter opções), quando me deparo com dois livros incríveis:


O primeiro, com um título pouco sugestivo, ensina como fazer livros das formas mais variadas e lindas. Eu pensei que fosse ser alguma coisa de incentivo para você, pobre autor, que não tem coragem de publicar seus textos. Que nada. Você começa fazendo livretos em saxofone e acaba tão bom a ponto de fazer um diário lindo com capa enlaçada de couro - e como eu queria tentar! Nunca tinha nem pensado nisso. Aliás, quem tinha pensado em fazer livros antes?

O segundo, um pouco mais caro, traz milhares de ilustrações de modas, muitas de babar. Como estou começando a faculdade agora, fiquei louca para tê-lo... Quando eu conseguir juntar os R$111,70 que ele irá me custar, pode ter certeza que comprarei. A não ser que alguém queira me dar, claro!

Sobre pescar na faculdade

Quando eu estava na sétima série e ia super mal em determinadas matérias (geografia, por exemplo. Hoje eu penso: "Por que geografia? Por que eu tinha dificuldade nessa matéria tão boba? Será que eu NÃO tinha dificuldade em química/fisica? Será que alguém não tem dificuldade nessas matérias?!"), tirava nota baixa, chegava o boletim e meus pais brigavam comigo. E lá ia eu ficar de castigo.

Minha mãe sempre vinha com conversas psicológicas me incentivando, dizendo que esta era minha única responsabilidaade, por aí vai. Meu pai, por outro lado, sempre vinha com o mesmo "sermão":
- Se esforce para entrar na faculdade. Uma vez lá dentro, você pode colar até morrer.

Ok, ok. Com sermões tão controversos, acabei me situando na metade: ciente de que a escola era minha única responsabilidade, me esforcei para ficar na média até o fim do terceiro ano, dando umas deslizadas aqui e ali (geografia. Sempre a geografia). Me esforcei para passar no vestibular, e uma vez dentro da faculdade, bom... Quem precisa aprender sociologia, certo?

Esses pais. Tão influentes.
Com as mãos apoiadas no vidro, a menina observava.
Primeiro um chapéu, que subitamente se transformara no velho que o carregava. Então um navio, passeando tranquilo... Perto dele, um dinossauro. Um bocejo. Nada muito interessante.

Então, quando menos esperava, ele surgiu no horizonte. Enorme. Desta vez, ela não conseguiu conter a surpresa:
- Mãe, mãe! UM CASTELO!
- Hm? - a mulher abriu os olhos, desinteressada, e olhou através da pequena janela do avião - Ah, minha filha. São só nuvens. Vai dormir, vai.

Adultos.

Cinco perguntas sobre a Europa

1. Por que você foi?
Eu fui porque sou uma boa menina e passei em dois vestibulares. Passando em dois vestibulares, sendo um para uma faculdade pública, tendo 16 anos e um olhar pidão muito convincente, minha mãe quis me dar esse presente.

2. Quanto tempo você passou lá?
Quinze dias exatos. E a bateria do meu celular não descarregou! :O

3. Que países você visitou?
Primeiro Itália. Fui a Roma, Florença e Veneza. Depois tivemos uma viagem super agradável até os Alpes, então fomos pra a Suiça - passando por Lugano, Lucerna e Berna. Então, depois de oito horas de ônibus, chegamos em Paris.

4. Que cidade você mais gostou?
Difícil. Conheci mais Roma, já que passamos mais tempo lá. Mas a manhã que passei em Lugano me fez ver como a cidade era encantadora... E os poucos dias em Paris me apaixonaram completamente.

5. Vão ter mais posts sobre a viagem?
Espero!


Alguma pergunta que queira me fazer? Sinta-se a vontade! :D
Tudo bem, tudo bem. Nem eu sei por onde começar. O que é isso? O pudding voltou?! Seis meses de reforma? O que ela estava fazendo, construindo uma ilha? Salvando pessoas na África? Dormindo?

É, pessoas. Isso aí.
Nem eu sei o que andei fazendo esse tempo todo. Só sei que voltei com saudades, e cá estou! ;)Sintam-se completamente à vontade de fazer suposições sobre a minha ausência. E ser abduzida sempre será uma desculpa válida!

25 anos. Mora no Rio de Janeiro, é carioca de alma, mas cearense de coração. É designer e está tentando se encontrar nesse mundo. Sou casada com meu melhor amigo, o Marcelo Bernardo, e mãe da Dindi the Boston.

Gosto de ler, de dormir de rede, de inspirações repentinas e de petit gateau. Mas o mundo seria muito melhor sem aliche gente que fura fila. Ah, e de vez em quando eu desenho.

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Esse blog está vestido com as roupas e as armas de Jorge, porque ninguém há de copiar esses textos e ilustrações sem dar o devido crédito.